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    IPC-S desacelera para 0,45% na 3ª quadrissemana de maio, diz FGV

    Em 12 meses, o indicador acumula variação positiva de 3,39%

    Entre as classes de despesa com queda, destaque para Educação, Leitura e Recreação, com recuo de 2,57%
    Entre as classes de despesa com queda, destaque para Educação, Leitura e Recreação, com recuo de 2,57% Grégori Bertó/Palácio Piratini

    Daniel Tozzi Mendes, do Estadão Conteúdo

    O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou a alta a 0,45% na terceira quadrissemana de maio, após subir 0,60% na segunda leitura do mês. A informação foi divulgada nesta terça-feira (23) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Em 12 meses, o indicador acumula variação positiva de 3,39%, ante 3,54% na segunda quadrissemana.

    Entre as oito classes de despesas que compõem o indicador, seis desaceleraram no período, com destaque para o comportamento do grupo Educação, Leitura e Recreação (-1,90% para -2,57%), puxado por passagem aérea (-13,96% para -10,42%).

     

    Também houve decréscimo nos grupos Alimentação (1,02% para 0,79%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,41% para 1,20%), Comunicação (1,35% para 0,74%), Transportes (0,63% para 0,50%) e Vestuário (0,73% para 0,61%). Nestas classes de despesa, vale destacar o comportamento dos itens: hortaliças e legumes (8,37% para 5,77%), medicamentos em geral (2,54% para 1,66%), tarifa de telefone móvel (3,74% para 2,07%), gasolina (0,32% para -0,26%) e roupas masculinas (1,11% para 0,50%).

    Por outro lado, a FGV registrou aceleração nos grupos Habitação (0,60% para 0,77%) e Despesas Diversas (0,62% para 0,81%), com destaque para tarifa de eletricidade residencial (0,64% para 1,06%) e jogo lotérico (6,63% para 9,46%), respectivamente.

    Influências

    As principais pressões negativas sobre o IPC-S da terceira quadrissemana de maio, além de passagem aérea, vieram dos itens mamão papaya (-6,43% para -9,11%); gasolina (0,32% para -0,26%); óleo de soja (-3,47% para -4,88%) e óleo diesel (-2,99% para -3,86%).

    Na outra ponta, as maiores influências de alta no indicador nesta leitura vieram de tomate (20,51% para 15,52%); tarifa de ônibus urbano (3,09% para 4,03%); plano e seguro de saúde (manteve alta de 1,06%); tarifa de eletricidade residencial (0,64% para 1,06%) e aluguel residencial (1,03% para 0,94%).