Braskem registra queda em vendas e spreads no Brasil no 1º tri

A companhia apurou ⁠queda de 12% nos ⁠spreads de principais químicos e de 6% no caso das resinas

Tiago Brandão, da Reuters
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A Braskem fechou o primeiro trimestre com ​queda nas vendas de ​resinas e principais químicos no Brasil sobre um ano antes, segundo relatório operacional divulgado na noite de terça-feira (5).

De acordo com o documento, as vendas de resinas recuaram 3% na comparação anual, para ⁠782 mil ​toneladas, principais químicos sofreram recuo de ​2%, a 622 mil toneladas.

A companhia apurou ainda ⁠queda de 12% nos ⁠spreads - a diferença entre o preço ​de ‌venda do produto final e o custo ⁠da matéria-prima - de principais químicos e de 6% no caso das resinas.

A taxa de utilização de eteno ‌da ⁠companhia no ‌Brasil encerrou março em 69% ante 74% no final dos primeiros três meses de 2025.

Nos ⁠Estados Unidos e Europa, ⁠a taxa de utilização das instalações da Braskem foi ‌de 79% no primeiro trimestre ante 74% no mesmo período de 2025.

As vendas nessas duas regiões tiveram queda de mil toneladas, para 496 ‌mil toneladas, com o spread recuando 2%, a US$368 por tonelada.

Já no México, a ⁠Braskem teve um decréscimo de 25% nas vendas, para 140 mil toneladas, enquanto a taxa de ​utilização foi de 55% ante 79% no primeiro ​trimestre de 2025. Os spreads, porém, subiram 1% no período para US$824 por tonelada.

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