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    Enel anuncia 1,2 mil novos postos de trabalho após série de apagões

    Companhia apresentou primeira etapa do plano de contratações da empresa, que irá quase dobrar número de colaboradores

    Governo chegou a protocolar um pedido para abertura de um processo disciplinar que pode levar a companhia de energia Enel a perder a concessão em São Paulo
    Governo chegou a protocolar um pedido para abertura de um processo disciplinar que pode levar a companhia de energia Enel a perder a concessão em São Paulo REUTERS/Flavio Lo Scalzo

    Da CNN

    A Enel São Paulo divulgou nesta quinta-feira (9) a contratação de 1,2 mil profissionais que farão parte do contingente que reforçará as equipes de campo nos próximos 12 meses.

    O anúncio ocorre após bairros da região central de São Paulo serem atingidos em março por um apagão. Entre idas e vindas, foram mais de 5 dias com problemas no fornecimento de energia nestes locais.

    A Enel apresentou a primeira etapa do plano de contratações da empresa, que irá quase dobrar o número de colaboradores próprios para o atendimento de emergência, manutenção e combate às perdas. A companhia já realizou a contratação de mais de 180 novos profissionais.

    Além disso, a empresa anunciou também outros programas de formação voltados para jovens eletricistas.

    Um deles é o Jovem Aprendiz, programa incluído na Lei da Aprendizagem, que exige uma cota mínima de vagas abertas correspondente a 5% do quadro de cargos técnicos da companhia.

    Em evento na zona oeste da capital, a Enel afirmou ainda que vai dobrar essa meta em 2024, chegando a 10% dos cargos, com a seleção de 200 jovens, ainda no segundo semestre deste ano, para uma capacitação que deve ter início em setembro e durar até 15 meses.

    De acordo com Antonio Scala, presidente da Enel Brasil, essas contratações fazem parte de investimento de R$ 6,2 bilhões em São Paulo para melhorar a qualidade dos serviços prestados pela empresa aos consumidores.

    “A Enel tem total compromisso com o Brasil e com São Paulo. Queremos atingir um nível de excelência na prestação dos nossos serviços e contribuir com a formação de jovens para ingresso no mercado de trabalho. Estamos quase dobrando o número de colaboradores próprios na nossa operação em campo, o que vai permitir mais agilidade e eficiência no restabelecimento da energia”, disse.

    Scala afirmou ainda que pretende reduzir o tempo médio da espera de atendimento em São Paulo em 50%.

    “Alguns dados preliminares de abril já mostram que a espera caiu para 520 minutos em São Paulo, o equivalente a 8 horas”, pontuou o presidente da Enel.

    Por conta da série de apagões em março em São Paulo, o Ministério de Minas e Energia (MME) chegou a protocolar um pedido para abertura de um processo disciplinar que pode levar a companhia de energia Enel a perder a concessão em São Paulo.