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Saiba como decisão da CVM tirou incertezas sobre a Ambipar

Comissão de Valores Mobiliários decidiu que não será necessária realização de oferta pública de ações pela companhia

João Nakamura, da CNN, em São Paulo
Centro logístico da Ambipar
Centro logístico da Ambipar  • Divulgação
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A decisão da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de que não seria necessária a realização de uma OPA (oferta pública de ações) por parte da Ambipar tirou as incertezas sobre o processo de aumento de participação do controlador, Tércio Borlenghi Júnior, sobre as ações emitidas pela empresa, indicam fontes ouvidas pela CNN.

A empresa estava em "compasso de espera", aguardando a conclusão de uma discussão que ocorreu com o acionista controlador.

A princípio, o dia a dia da companhia não mudou, contudo, a indefinição e a incerteza sobre o assunto trouxeram desafios para a Ambipar, apurou a CNN.

Explicar o processo aos investidores foi uma das ações que consumiu o tempo do pessoal da Ambipar, segundo relatos.

Em um primeiro momento, o entendimento da CVM foi de que a Distribuidora Trustee atuou junto do controlador da Ambipar na aquisição de papéis da companhia, estourando o limite de mais de um terço das ações de cada espécie e classe em circulação, momento em que deve ser realizada a OPA por aumento de participação.

Na terça-feira (29), por outro lado, a Comissão decidiu que o caso em questão não se aplicava a esse cenário.

Uma fonte consultada pela CNN observa que a incerteza nunca é positiva, sobretudo na ótica do mercado que pode ficar mais cético quanto ao investimento na companhia em questão.

Masm agora, com a definição, o papel da Ambipar tende a ser olhado com "mais carinho" pelo investidor.

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