Saiba como decisão da CVM tirou incertezas sobre a Ambipar
Comissão de Valores Mobiliários decidiu que não será necessária realização de oferta pública de ações pela companhia

A decisão da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) de que não seria necessária a realização de uma OPA (oferta pública de ações) por parte da Ambipar tirou as incertezas sobre o processo de aumento de participação do controlador, Tércio Borlenghi Júnior, sobre as ações emitidas pela empresa, indicam fontes ouvidas pela CNN.
A empresa estava em "compasso de espera", aguardando a conclusão de uma discussão que ocorreu com o acionista controlador.
A princípio, o dia a dia da companhia não mudou, contudo, a indefinição e a incerteza sobre o assunto trouxeram desafios para a Ambipar, apurou a CNN.
Explicar o processo aos investidores foi uma das ações que consumiu o tempo do pessoal da Ambipar, segundo relatos.
Em um primeiro momento, o entendimento da CVM foi de que a Distribuidora Trustee atuou junto do controlador da Ambipar na aquisição de papéis da companhia, estourando o limite de mais de um terço das ações de cada espécie e classe em circulação, momento em que deve ser realizada a OPA por aumento de participação.
Na terça-feira (29), por outro lado, a Comissão decidiu que o caso em questão não se aplicava a esse cenário.
Uma fonte consultada pela CNN observa que a incerteza nunca é positiva, sobretudo na ótica do mercado que pode ficar mais cético quanto ao investimento na companhia em questão.
Masm agora, com a definição, o papel da Ambipar tende a ser olhado com "mais carinho" pelo investidor.


