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    Relator da reforma tributária busca “ideia intermediária” à unificação do ICMS com ISS

    Estados argumentam que, se houvesse ajuste, União não precisaria bancar um fundo de compensação a empresas que hoje têm incentivos fiscais

    Relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
    Relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) Wesley Amaral/Câmara dos Deputados

    Amanda Pupo, do Estadão Conteúdo

    O relator da reforma tributária, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou neste domingo (2) que está estudando uma “ideia intermediária” à proposta dos estados para que a unificação do ICMS com o ISS ocorra somente em 2033.

    Pela proposta já divulgada pelo relator, a cobrança da CBS – tributo que ficaria com a União – iniciaria em 2027, enquanto a do IBS – dos Estados – apenas em 2029.

    Os estados argumentam que, se houvesse o ajuste, a União não precisaria bancar um fundo de compensação a empresas que hoje têm incentivos fiscais.

    Dessa forma, o IBS poderia entrar em vigor em 2026, mas com uma alíquota simbólica de 1% como “teste” e convivendo com o ICMS e o ISS até 2033.

    “Estamos estudando, fazendo a avaliação, alguns Estados propuseram uma coisa intermediária, a gente está com uma ideia também intermediária”, disse Ribeiro ao chegar na Residência Oficial da Câmara dos Deputados em Brasília, onde o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), reúne lideranças para discutir a semana de esforço concentrado para votação de pautas econômicas, entre elas a reforma tributária.

    Questionado se a solução seria antecipar o marco do IBS para 2029, Ribeiro não deu detalhes, dizendo apenas que teria “a ver com o porcentual da transição dos impostos”.