Eleição de 2026 não pode ser revanche de 2022, diz Caiado

Pré-candidato ao Planalto diz que disputa presidencial precisa ser de "conteúdo" e que deve se basear naqueles que têm condição de "sentar na cadeira da Presidência da República e ter como exemplo de vida condições morais"

Manoela Carlucci, da CNN Brasil, São Paulo
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Para o pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), a eleição deste ano não pode se pautar por um revanchismo do pleito de 2022.

"Não podemos mais aceitar que a eleição de 2026 seja uma eleição de revanche de 2022, mas sim deve ser uma eleição de conteúdo", afirmou, em conversa com jornalistas após uma agenda no estado de São Paulo.

De acordo com o ex-governador de Goiás, o pleito deste ano deve se basear numa disputa entre "quem tem a capacidade real de poder chegar, sentar na cadeira da Presidência da República e ter como exemplo de vida condições morais".

"O candidato para essa eleição de 2026, ele não pode sequer recorrer àquilo que seria a prevalência da inocência, ele não pode. A condição de ser candidato, ela exige dele que ele esteja acima de qualquer suspeita", argumentou.

Questionado sobre eventuais estudos de perfil para o nome que vai compor sua chapa, Caiado disse ainda ser muito cedo e que isso é algo que dependerá do "caminhar da carruagem".

"Eu vejo que é uma coisa a ser analisada num todo. Portanto, eu não fecharia a candidatura apenas no partido. Pode ser, mas isso está na tese do achismo", disse.