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    Nunes diz seguir conversando com PSDB após partido se aproximar de Tabata com Datena

    Prefeito de São Paulo também comentou que ainda espera contar com apoio tucano na eleição de outubro

    Nunes disse que conversou com Aécio Neves sobre relação com o PSDB
    Nunes disse que conversou com Aécio Neves sobre relação com o PSDB CNN

    Muriel Porfiroda CNN

    São Paulo

    O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), disse que continuará “dialogando” com o PSDB mesmo após o partido ter filiado o jornalista José Luiz Datena e se aproximado da pré-candidatura de Tabata Amaral (PSB), uma de suas adversárias na eleição de outubro.

    “Acho que é normal o PSDB buscar nomes e quadros para que o partido venha a ter um protagonismo”, declarou nesta quinta-feira (4).

    Nunes, ao citar as conversas com os tucanos, disse ainda que, no fim de junho, início de agosto, “vai ter bastante movimentação”.

    Datena se filiou ao PSDB nesta quinta-feira, em evento que contou com a presença de Tabata.

    Na eleição de 2020, porém, o PSDB estava junto com Nunes, que era vice de Bruno Covas, prefeito reeleito na ocasião. Covas morreu em 2021 e Nunes assumiu a prefeitura.

    O prefeito tem questionado o distanciamento dos tucanos de sua pré-candidatura. “Como o PSDB vai lançar uma candidatura contra o governo onde ele tem predominância?”, questionou, mais uma vez, nesta quinta.

    Recentemente, o presidente municipal da sigla, José Aníbal, afirmou que o apoio a Nunes é “incompatível com a história do PSDB” por causa da aliança com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Datena vice de Nunes?

    Questionado se existe a possibilidade de Datena ser o seu candidato a vice, Nunes desconversou. “Se o nome dele for de consenso de todos, pode ser que seja”, afirmou.

    Nunes contou que o PSDB pediu para indicar o candidato a vice e que teria ficado 40 minutos conversando sobre o assunto com o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), mas garantiu que só vai tomar uma decisão se existir um consenso e depois de ouvir o governador de São Paulo, Tarcísio de Freiras (Republicanos), e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).