Imperatriz Leopoldinense define enredo para o Carnaval 2027
No próximo ano, a escola de Ramos promete contar a história real de uma boneca de maracatu desaparecida por três décadas em Pernambuco

A escola de samba Imperatriz Leopoldinense revelou, na última terça-feira (12), o enredo que levará para a Marquês de Sapucaí no Carnaval de 2027.
Batizado de "A memória do rei e o sumiço de Dona Júlia", a agremiação carioca pretende contar a história real de uma boneca de maracatu desaparecida por três décadas em Pernambuco.
Com a assinatura de Leandro Vieira, a escola de Ramos pretende fazer um mergulho em uma trama cheia de mistério, religiosidade popular a ancestralidade.
Dona Júlia deixou as mãos do maracatu em 1978. Dois anos mais tarde, membros de um grupo tentaram reaver o objeto, mas a peça foi dada como desaparecida pela instituição responsável pela guarda.
O paradeiro permaneceu desconhecido até 2014, quando um estudante a deixou em um terreiro, afirmando que ela "assombrava" sua casa.
O caso ganhou repercussão após um telejornal local exibir imagens enquanto um babalorixá buscava identificar os verdadeiros donos da peça. Assim, antigos integrantes do maracatu a reconheceram, levando-a ao grupo de origem.
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Em 2026, a Imperatriz conquistou o 5º lugar no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, somando 269,4 pontos. A escola fez uma homenagem ao cantor Ney Matogrosso, com o enredo "Camaleônico", desfilando no domingo e garantindo uma vaga no desfile das campeãs.
E mais: veja fotos do desfile da Imperatriz


