Caso Eloá: autor do crime também possui passagem por Tremembé

O autor do sequestro contra a jovem está cumprindo pena no "presídio dos famosos" desde 2012

Fernanda Garcia, colaboração para a CNN Brasil
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O documentário "Caso Eloá: Refém ao Vivo", lançado na Netflix nesta quarta-feira (12), conta em detalhes como foi televisionado o sequestro de Eloá Cristina, garota de 15 anos sequestrada pelo então namorado, Lindemberg Alves, 22.

O caso marcou a televisão brasileira e o jornalismo da época, já que a jornalista Sonia Abrão chegou a conversar com o criminoso por telefone ao vivo. O condenado foi preso ainda em 2008 e transferido para Tremembé em 2012.

Sobre o caso

Em 2008, a jovem Eloá, que tinha 15 anos, queria dar um fim em seu relacionamento com Lindemberg, que não aceitava. Com isso, o namorado planejou um sequestro no apartamento onde a garota morava com os pais, em Santo André, na grande São Paulo. Como reféns, deixou a namorada e uma amiga, Nayara.

O sequestro iniciou-se no dia 13 de outubro e durou quatro dias, entre acordos com a polícia, soltura da amiga, e ligações para programas de TV. O desfecho não foi o esperado, resultando no assassinato de Eloá em um conflito de Lindemberg com a polícia na hora do encerramento.

A nova produção da Netflix traz depoimentos inéditos da família e amigos da garota que nunca tinham falado sobre o caso, além de uma reconstituição do crime e interpretações policiais.

Tremembé

O autor do crime, então, foi condenado a 98 anos de prisão, mas em 2013 teve sua pena reduzida a 39 anos (limite máximo do sistema penitenciário brasileiro). Em 2012, foi transferido para o presídio de Tremembé, conhecido como "prisão dos famosos".

Na série homônima, lançada recentemente pela Prime Video, o personagem de Lindemberg aparece no terceiro episódio, tendo uma conversa com Alexandre Nardoni e Acir Filló, na penitenciária masculina.

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