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"Eu não matei o Ayrton": Galisteu desabafa sobre morte do piloto; veja

Última namorada do ícone brasileiro da F1, a apresentadora vai contar a própria versão do romance em uma série

Marina Toledo, da CNN Brasil
Adriane Galisteu e Ayrton Senna
Ayrton Senna e Adriane Galisteu de férias em Tatuí, em São Paulo, no dia 15 de fevereiro de1994  • Gianni GIANSANTI/Gamma-Rapho/Getty Images
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A apresentadora Adriane Galisteu faz um desabafo sobre a maneira como foi tratada após a morte do então namorado, o piloto Ayrton Senna, em 1994, no trailer de "Meu Ayrton por Adriane Galisteu". A série documental estreia na HBO Max no dia 6 de novembro.

"Eu não era mais a namorada dele. Eu só era eu. Gente me cutucando de todos os lados. 'Você continua vivendo em função do Ayrton'. Tem paparazzi pendurado na árvore. Parem de me colocar nesse lugar. Eu não matei o Ayrton", relembra.

Em dois episódios de 45 minutos, produção apresenta o olhar pessoal de Galisteu sobre a relação amorosa com Senna. Com depoimentos inéditos, bastidores e memórias guardadas por mais de três décadas, a apresentadora conta a própria versão – 31 anos após a morte de um dos maiores ídolos do Brasil. 

Ela foi a última namorada de Ayrton Senna. Os dois se conheceram em 1993, durante uma festa, e ficaram juntos até a morte do atleta, em 1994.

A apresentadora tinha uma relação conturbada com a família do piloto -- que chegou a fazer um dossiê sobre a apresentadora para Senna -- e a web apontou "exclusão" da história do casal na série "Senna", lançada em 2024. Agora, ela conta a própria versão.

Assista ao trailer de "Meu Ayrton por Adriane Galisteu"

Veja também: Adriane Galisteu homenageia Senna e posa com bolsa em formato de capacete de F1

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