Famosos reagem à morte de cão comunitário após agressões

A hashtag #JustiçaPorOrelha foi usada por diversos artistas exigindo leis mais severas contra maus-tratos aos animais

Dora Arai, colaboração para a CNN Brasil
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A morte do cão comunitário Orelha, na região da Praia Brava, em Florianópolis (SC), gerou grande comoção e mobilização nas últimas semanas. Organizações de proteção animal e celebridades se posicionaram para exigir punições rigorosas aos responsáveis e leis mais severas contra maus-tratos.

O uso da hashtag “#JustiçaPorOrelha”, foi usada por famosos e influenciadores como Ana Castela, Heloísa Périssé, Rafael Portugal, Paula Burlamaqui, Luisa Mell, Gracyanne Barbosa e Larissa Manoela lamentando a crueldade contra o animal e pedindo providências.

O que aconteceu?

O cachorro Orelha, que tinha cerca de 10 anos e era cuidado por moradores da cidade, foi brutalmente torturado por quatro adolescentes e precisou ser sacrificado (eutanásia) devido à gravidade dos ferimentos, no dia 19 de janeiro de 2026.

Na manhã da segunda-feira (26), a Polícia Civil identificou os autores das agressões, além dos pais e responsáveis que tentaram coagir testemunhas para obstruir as investigações, com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão. Entre os envolvidos, dois, viajaram para os Estados Unidos logo após o ocorrido, o que gerou ainda mais revolta.

Além do cão "Orelha", as autoridades ainda investigam um segundo caso envolvendo um cão caramelo. O animal teria sido levado ao mar no colo por um dos adolescentes, mas depois conseguiu sair do local.

Em razão das agressões, os agentes também apuram a suposta participação de um pai e de um policial civil, que teriam coagido uma testemunha.

Veja a comoção dos famosos

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