Gaby Amarantos sobre recepção de "Rock Doido": "Positivamente abismada"
À CNN, a cantora disse que essa é a primeira vez que vê o público cantando o álbum do início ao fim

A cantora Gaby Amarantos, 47, se consagrou como a estatueta de Música do Ano no Prêmio Potências 2025. Na noite da última segunda-feira (24), ela subiu ao palco da Sala São Paulo, onde a premiação foi realizada, para receber o troféu por "Foguinho", faixa do recente álbum "Rock Doido".
Em entrevista à CNN, a artista disse que embora tenha mais de 20 anos de carreira, essa é a primeira vez em que vê as pessoas cantando o disco inteiro, desde as vinhetas, passando pelas viradas do início ao fim. "Estou positivamente abismada. O público está cantando aos pulmões".
"Fiz agora o primeiro show e estava 'será que as pessoas vão saber cantar?', a gente fica com essa dúvida e isso faz parte sabe? mas fiquei muito feliz de ver todo mundo cantando, assistindo o filme. É um momento muito especial e feliz da minha carreira. Sou muito grata", acrescenta.
Lançado em agosto, o projeto inédito conta com 22 músicas e chegou acompanhado de um filme com 21 minutos, dirigido por Guilherme Takshy, Naré e a própria cantora.
Nascida e criada em Belém do Pará, Gaby se consolidou como uma das principais vozes da Amazônia no cenário global. No início do mês, ela se apresentou no Global Citizen: Amazônia, evento que antecedeu o início oficial da COP30, funcionando como uma abertura e mobilização para conferência climática.
Ainda à CNN, Amarantos destacou a importância de ter, ao menos neste período, os olhos do mundo voltados para Belém e todas suas potências.
"Foi um momento de reparação, de consagração, de compartilhamento de saberes. A gente entende que a Amazônia faz parte do Brasil e daqui para frente, não vai dar para fazer nada sem a gente. Eu acho que essa é uma das coisas mais bonitas, o Brasil se redescobrindo. Eu falo muito sobre isso e acho importante reforçar, o Brasil se olhou no espelho e, pela primeira vez, gostou do que viu", defende.
Sonhos para tirar do papel
Na expectativa para 2026, Gaby também abriu o jogo sobre os sonhos futuros. "Eu tenho muita coisa para fazer. Quero mais álbuns, quero fazer turnê cada vez maior. Meu sonho é colocar uma aparelhagem no palco. Vários feats que ainda quero fazer, não consigo nem mensurar", garante.
"Mas, principalmente, quero continuar levando essa cultura da periferia de Belém do Pará, Amazônia, Brasil, para o mundo, fazendo o Rock Doido sendo conhecido internacionalmente", diz.
Ver essa foto no Instagram
E mais: veja fotos do Prêmio Potências 2025


