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    Nicolas Cage diz ter “pavor” e ser contra o uso de inteligência artificial

    Artista comentou da preparação para filme "The Carpenter’s Son" quando disse ter medo da ferramenta para recriação de corpos e rostos

    Nicolas Cage diz que tem "pavor" de inteligência artificial
    Nicolas Cage diz que tem "pavor" de inteligência artificial Foto de Gilbert Flores/Golden Globes 2024/Golden Globes 2024 via Getty Images

    Gabriela Pivada CNN

    O ator Nicolas Cage, 60, afirmou ter “pavor” de inteligência artificial para recriar pessoas — e ser contra a ferramenta na arte. A declaração foi dada em entrevista à revista The New Yorker, divulgada na segunda-feira (8).

    O artista, conhecido mundialmente pelos seus trabalhos em “Motoqueiro fantasma” e “A lenda do tesouro perdido”, falava da preparação para o filme “The Carpenter’s Son” quando disse ter medo da ferramenta.

    Ele, inclusive, proíbe o uso de sua imagem após sua morte. “Tenho pavor de inteligência artificial. Tenho falado muito sobre isso”, disse Cage.

    O ator também questionou a autenticidade da arte após o uso da tecnologia para recriar pessoas.

    “Onde vai acabar a verdade dos artistas? Vai ser substituída? Vai ser transformada? Onde estará a autenticidade? Quero dizer, o que você fará com meu corpo e com meu rosto quando eu morrer? Não quero nada com isso!”, completou.

    Na entrevista, falar de seus diversos projetos levou Cage a revelar seu medo de inteligência artificial. Um dos outros filmes que ele comentou foi “Longlegs: Vínculo mortal”, do diretor Oz Perkins, cuja estreia está marcada para 29 de agosto no Brasil.

    Ele contou que, por alguma razão desconhecida, ouviu a voz de sua própria mãe enquanto lia o roteiro. “Quando encontrei com [o diretor Oz] Perkins, no [restaurante] Polo Lounge, a primeira coisa que ele me disse foi: ‘Nic, este é um filme sobre a minha mãe'”, revelou.

    A inspiração na mãe do diretor foi crucial para Cage aceitar o papel. “Pensei: ‘Tudo bem, quero criar este personagem como uma espécie de homenagem à minha mãe’. Não que ela fosse satânica, mas suas vocalizações, a maneira como ela se movia… Por isso, isso é [um filme] tão diferente”, afirmou.

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