Príncipe Charles nega alegação de que questionou o tom de pele do filho de Meghan

'Isso é ficção e não vale a pena comentar', disse o porta-voz do herdeiro do trono britânico

Tanya Lezaicda Reuters

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O porta-voz do príncipe Charles negou nesta segunda-feira (29) a afirmação feita em um livro de que o herdeiro do trono britânico havia questionado qual seria o tom de pele do filho do príncipe Harry e de Meghan.

No livro, “Irmãos e esposas: Por dentro das vidas privadas de William, Kate, Harry e Meghan”, o autor Christopher Andersen diz que Charles perguntou como seria o tom da “pele” da criança.

“Isso é ficção e não vale a pena comentar”, disse o porta-voz de Charles a repórteres em Barbados, onde Charles participará das comemorações que marcam a mudança da ilha para uma república.

De acordo com o site de notícias de celebridades Page Six, o livro relata uma suposta conversa entre Charles e sua esposa Camilla.

Na manhã do noivado de Harry e Meghan em 2017, Charles teria dito: “Eu me pergunto como serão as crianças?” Ao que parece, Camilla ficou “um pouco surpresa” e respondeu: “Bem, absolutamente lindas, tenho certeza”, diz o Page Six.

O livro dizia que Charles, baixando a voz, perguntou: “Quer dizer, como você acha que pode ser a cor dos filhos deles?”

Príncipe Charles
Príncipe Charles / Victoria Jones – 4.mar.2020/ Reuters

O livro, com lançamento previsto para esta terça-feira (30), não chega a afirmar que Charles é o “membro sênior da realeza” não identificado de que Meghan, em uma entrevista em março para Oprah Winfrey, acusou de levantar preocupações sobre o quão escura a pele de seu filho poderia ser.

Meghan, cuja mãe é negra e o pai branco, disse que seu filho Archie teve negado o título de príncipe porque havia preocupações dentro da família real “sobre o quão escura sua pele poderia ser”.

Harry e Meghan em entrevista para Oprah Winfrey
Harry e Meghan em entrevista para Oprah Winfrey / Foto: Divulgação /Harpo Productions/Joe Pugliese/Reuters

Após a entrevista com Oprah, o Palácio de Buckingham disse que as questões levantadas, especialmente de raça, eram preocupantes, levadas muito a sério e seriam tratadas pela família em particular.

Andersen, autor do livro, não foi encontrado para comentar o assunto.

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