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"Vale Tudo": público aprova remake da novela, principalmente os jovens

Pesquisa Datafolha ouviu mais de 2 mil telespectadores na reta final do folhetim da TV Globo

Da CNN Brasil
Solange (Alice Wegmann) e Afonso (Humberto Carrão).  • Divulgação
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Um terço da população do Brasil assistiu ao remake de "Vale Tudo" na TV Globo, segundo uma pesquisa do instituto DataFolha. A novela foi bem aceita pelo público, com 65% afirmando que é "ótima ou boa"; 25% votaram em "regular"; e apenas 8% classificou como "ruim ou péssima" -- 1% não opinou.

A aceitação é ainda maior entre o público jovem de 16 a 24 anos chegando a 80%. Outro recorde mostra uma aprovação de 68% dos telespectadores que assistiram às duas versões.

A pesquisa ouviu 2 mil pessoas com mais de 16 anos entre 8 e 9 de setembro em 113 municípios de todo o país. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos.

A primeira versão de "Vale Tudo" foi ao ar em 1988, escrita por Gilberto Braga. Este ano, Manuela Dias ("Amor de Mãe") assumiu o remake. Compare os atores das duas versões abaixo.

A novela traz temas como corrupção e falta de ética como pano de fundo e acompanha a história de Raquel Accioli, que após abandonar seu marido com quem foi casada por dez anos, se muda com a filha Maria de Fátima para a cada de seu pai, Salvador.

Responsável pela família humilde, antes de morrer, o pai de Raquel passa a casa onde vivem para o nome da neta. Dona de uma personalidade gananciosa, Maria de Fátima vende o imóvel sem comunicar a mãe e se muda para o Rio de Janeiro em busca de uma vida melhor.

De personalidades opostas, enquanto Raquel busca se manter de forma honesta, preservando a humildade com a qual foi criada, Fátima é inescrupulosa, tem horror à pobreza e é capaz de tudo para enriquecer.

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