Maradona morreu no mesmo dia que Fidel Castro, morto em 2016

Craque argentino e ex-líder cubano eram próximos e nutriam relação de admiração mútua

Leonardo Lopes, da CNN em São Paulo
25 de novembro de 2020 às 15:33 | Atualizado 25 de novembro de 2020 às 20:45

 

Diego Maradona morreu nesta quarta-feira, dia 25 de novembro —quarto aniversário da morte de Fidel Castro, líder da Revolução Cubana. 

O craque argentino já falou que Fidel era como um pai para ele. Inclusive, tinha tatuado o rosto dele na perna.

Leia também:

Morre Maradona: Argentina decreta luto de três dias

Pelé: ‘Certamente, um dia vamos bater uma bola juntos lá no céu’

Maradona exibe tatuagem com o rosto de Fidel Castro ao líder cubano
Foto: Reprodução


Eles se conheceram em 1986, quando Maradona venceu a Copa. 

Em 2000, quando o jogador estava em um momento crítico de saúde por problemas com drogas, Fidel disponibilizou uma clínica cubana de excelência. Maradona ficou internado lá e conseguiu se recuperar. 

Familiares e amigos de Maradona dizem que os dias em Cuba foram definitivos para a recuperação do craque e para que superasse o vício.