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    Lewis Hamilton diz que seus piercings não são problema para o GP da Inglaterra

    A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) proíbe que pilotos usem acessórios como brincos, joias e correntes

    Lewis Hamilton durante coletiva de imprensa no GP do Azerbaijão, em junho de 2022.
    Lewis Hamilton durante coletiva de imprensa no GP do Azerbaijão, em junho de 2022. Mark Thompson / Getty Images

    Alan Baldwinda Reuters

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    O heptacampeão mundial Lewis Hamilton rejeitou os temores de que ele possa entrar em conflito com o órgão regulador da Fórmula 1 em sua casa, no Grande Prêmio de Silverstone, devido à proibição de pilotos que correm com piercings no corpo.

    O piloto da Mercedes, que tem vários piercings, estava envolvido em um impasse com a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) em maio, mas recebeu uma isenção até Silverstone para itens que exigem intervenção especial para remoção.

    Essa isenção já expirou, com alguns relatos da mídia sugerindo que Hamilton pode não ter permissão para começar a corrida de domingo (2), mas o piloto rejeitou esse cenário quando perguntado no circuito nesta quinta-feira (30).

    “É meio louco pensar que, com tudo o que está acontecendo no mundo, esse é o foco das pessoas”, disse o piloto mais bem-sucedido do esporte de todos os tempos, com piercings no nariz e na orelha evidentemente ainda no lugar.

    “Temos muito peixe maior para fritar – sou vegano, então não frito peixe, mas você sabe”, acrescentou o oito vezes vencedor do Grande Prêmio da Grã-Bretanha com uma risada.

    “Nós realmente temos que começar a focar em outras áreas mais importantes”.

    “Vou correr este fim de semana. Vou trabalhar com a FIA. Eu diria que o assunto não é particularmente importante. Vou trabalhar com o Mohammed Ben Sulayem [presidente da FIA] e sua equipe para que possamos progredir”.

    A proibição de joias, bem como o uso de roupas íntimas não conformes, está nas regras há muito tempo, mas raramente é aplicada até que a FIA reprimiu nesta temporada.

    A FIA diz que itens sob as roupas obrigatórias à prova de chamas podem aumentar o risco de queimaduras e destacou o risco de atrasos críticos ou complicações se forem necessárias imagens médicas após um acidente.

    O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, disse à Reuters que a conversa estava em andamento com a FIA.

    “Este tem sido um tema tão discutido e eles chegaram a um consenso. Não haverá problema”, disse o austríaco.

    (Publicado por Lucas Schroeder)

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