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    Comitê do Brasil traça metas para Olimpíada de Paris: “Superar os resultados de Tóquio”

    Projetando crescimento para 2024, o COB tem o objetivo de fornecer todo o suporte aos atletas

    da Itatiaia

    O Comitê Olímpico do Brasil (COB) traçou como meta para Paris superar os resultados obtidos nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021. Na capital japonesa, a delegação brasileira conquistou 21 medalhas, sua melhor participação da história no quadro de medalhas.

    Projetando crescimento para 2024, o COB está em reta final de preparação e planejamento, com o objetivo de fornecer todo o suporte aos atletas nos próximos meses com os eventos classificatórios para o torneio.

    “O COB vem realizando um trabalho incessante para oferecer todo o suporte aos atletas brasileiros nesta reta final de preparação para os Jogos Olímpicos. Pelos nossos resultados recentes, estou confiante em um bom desempenho do nosso país nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Nossa meta dentro do COB é sempre a superação dos resultados anteriores. Esse é o nosso principal objetivo, seja em número de medalhas, participações em finais, aumento da quantidade de modalidades e de atletas com chances de resultados”, afirmou o Presidente do COB, Paulo Wanderley.

    Até o momento, o Brasil já tem confirmadas 43 vagas em Paris, sendo 34 femininas e 9 masculinas. O número deve aumentar com os Jogos Pan-americanos de Santiago, no Chile, entre 20 de outubro e 5 de novembro, além dos Campeonatos Mundiais e seletivas de cada modalidade, que serão realizados até o final deste ano.

    Ciclo mais curto

    Por causa da pandemia de covid-19 e o adiamento dos Jogos de Tóquio para 2021, este será o ciclo olímpico mais curto da história, o que exige ainda mais planejamento do COB.

    “A gente termina os Jogos Pan-americanos e não dá para tirar o pé do acelerador. Temos que dar continuidade e sair de Santiago já focado nos Jogos Olímpicos. Estamos bem próximos de atletas e treinadores para dar o suporte necessário em seus planejamentos. Temos trabalhado bastante na proximidade com os atletas e suas equipes para identificar onde podemos contribuir e nos detalhes que podem fazer a diferença no resultado. Isso facilita muito o caminho e as tomadas de decisões mais acertadas e com agilidade. O diálogo com os atletas tem sido o melhor possível para buscarmos as melhores soluções nessa reta final de classificação e preparação olímpica”, observou Ney Wilson, diretor de Alto Rendimento do COB.

    Mais vagas para o surfe?

    O próximo grande exercício operacional do Comitê Olímpico será na etapa da WSL Tahiti Pro, na praia de Teahupoo, no Tahiti. A delegação irá para a polinésia francesa para dar todo suporte aos surfistas brasileiros, mas também como evento teste para a base de apoio no local, estudando as necessidades dos atletas antes da Olimpíada.

    Até o momento, o Brasil já tem os surfistas Filipe Toledo e Tatiana Weston-Webb classificados para Paris 2024.

    “Marselha e Taiti são duas operações muito importantes para entendermos as necessidades dos atletas e ajustarmos alguns pontos. É um momento de diálogo com os atletas. Os detalhes fazem muita diferença na preparação de atletas deste nível. Nessa reta final de preparação buscamos o refinamento do planejamento para que a gente possa deixar os nossos atletas só preocupados em treinar, descansar e competir”, finalizou Ney Wilson.

    *Com agência

    Este conteúdo foi criado originalmente em Itatiaia.

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