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    Enfim campeão, Calleri confirma seu lugar na história do São Paulo

    Argentino sempre contou com o carinho do torcedor, mas faltava um título para carimbar a idolatria

    Bruno Rodriguesda CNN

    Se faltava algo para que Jonathan Calleri confirmasse um lugar entre os grandes ídolos do São Paulo, já não falta mais. Neste domingo (24), com a conquista do título da Copa do Brasil sobre o Flamengo, no Morumbi, o camisa 9 colocou definitivamente o seu nome na história do Tricolor.

    Desde que vestiu a camisa do clube pela primeira vez, em 2016, o argentino gerou no torcedor são-paulino uma identificação imediata graças aos gols que se transformaram em música: “Ô, ô, ô, ô, ô… toca no Calleri que é gol!”.

    Naquela oportunidade, ajudou o São Paulo a alcançar a semifinal da Copa Libertadores. Mas a eliminação para o Atlético Nacional, da Colômbia, deixou no atacante o gosto amargo de se despedir sem uma conquista, o que só poderia ser resolvido em um eventual retorno ao Morumbi.

    Calleri volta em 2021

    Após passagem apenas discreta pelo futebol europeu, Calleri voltou ao Tricolor em 2021, ciente de que voltava para resolver essa pendência.

    “O São Paulo é um dos maiores clubes do futebol mundial e eu sei que a gente precisa conquistar títulos, porque é isso o que a torcida merece e é isso o que o São Paulo se acostumou a fazer durante sua vitoriosa história. Estou muito feliz pela marca de 100 jogos, mas o meu objetivo principal é ser campeão”, disse o centroavante, no ano passado, quando atingiu a marca centenária de jogos pelo clube.

    Decepção em 2022

    A final da Copa Sul-Americana de 2022, contra o Independiente Del Valle, deu ao São Paulo a oportunidade de uma conquista importante depois de uma década sem títulos de relevância — jejum que o Campeonato Paulista de 2021, ainda que importante para o torcedor, não foi capaz de encerrar.

    Contudo, o roteiro em Córdoba não saiu como Calleri e os são-paulinos esperavam. Superiores durante toda a partida, os equatorianos venceram por 2 a 0 e impediram que o argentino levantasse sua primeira taça pelo Tricolor.

    Segundo maior artilheiro estrangeiro

    Nesta temporada, o camisa 9 alcançou novas marcas relevantes. A principal delas foi ter se tornado o segundo maior artilheiro estrangeiro da história do clube, ultrapassando o compatriota Antonio Sastre e atrás somente do uruguaio Pedro Rocha.

    Sastre e Rocha, porém, foram campeões pelo São Paulo e fizeram parte de períodos vitoriosos. Algo que Calleri, ciente da importância que os troféus têm para confirmar a idolatria, buscava desesperadamente.

    Autor do gol da vitória sobre o Flamengo no Maracanã, o atacante pôde enfim celebrar neste domingo, diante do torcedor são-paulino, aquilo que lhe faltava. Pois já não falta mais.

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