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Número de "Riquelme’s" no Brasil supera capacidade de estádio de Copa

Ídolo argentino inspirou milhares de pais no país, de acordo com o IBGE

Rômulo Giacomin, da Itatiaia
Riquelme na derrota do Boca Juniors para o Bayern de Munique no Mundial de 2001
Riquelme na derrota do Boca Juniors para o Bayern de Munique no Mundial de 2001  • Alexander Hassenstein/Bongarts/Getty Images
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O nome “Riquelme” conquistou os brasileiros, de acordo com dados do Censo Demográfico de 2022, divulgados nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Somando todas as variações do nome, há 41.730 “Riquelme’s” no país.

O número é superior à capacidade da Arena das Dunas, que recebeu jogos da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O estádio em Natal suporta 32.050 torcedores.

O estado com o maior número de “Riquelme’s” é São Paulo, de acordo com a pesquisa, tendo 3.798 pessoas com esse nome com a nomenclatura igual a do icônico ex-jogador argentino.

Variações do nome Riquelme

Riquelme

  • Primeiro nome: 25.942
  • Sobrenome: 5.517
  • Idade mediana: 12

Riquelmy

  • Primeiro nome: 843
  • Idade mediana: 12
  • Sobrenome: 63

Riquelmi

  • Primeiro nome: 1.129
  • Idade mediana: 13
  • Sobrenome: 239

Rikelme

  • Primeiro nome: 4.675
  • Idade mediana: 13
  • Sobrenome: 296

Rikelmo

  • Primeiro nome: 70
  • Idade mediana: 14

Riquelmo

  • Primeiro nome: 421
  • Idade Mediana: 16
  • Sobrenome: 72

Rikelmi

  • Primeiro nome: 381
  • Idade mediana: 13
  • Sobrenome: 33

Rikelmy

  • Primeiro nome: 1.145
  • Idade mediana: 14
  • Sobrenome: 47

Ryquelme

  • Primeiro nome: 338
  • Idade mediana: 10
  • Sobrenome: 32

Rykelme

  • Primeiro nome: 308
  • Idade mediana: 13
  • Sobrenome: 21

Rykelmy

  • Primeiro nome: 97
  • Idade mediana: 14

Rikelmo

  • Primeiro nome: 70
  • Idade mediana: 14

Carreira de Riquelme

Riquelme é reconhecido como um dos jogadores mais talentosos e inteligentes de sua geração. Revelado pelo Boca Juniors em 1996, destacou-se rapidamente por sua visão de jogo, controle de bola refinado e habilidade em bolas paradas, tornando-se o grande maestro do clube. Com o Boca, conquistou vários títulos, incluindo três Copas Libertadores (2000, 2001 e 2007) e uma Copa Intercontinental (2000), consolidando seu status de ídolo.

Em 2002, transferiu-se para o Barcelona, mas não se adaptou bem ao futebol espanhol sob o comando de Louis van Gaal. Pouco depois, brilhou no Villarreal, onde foi o principal articulador da equipe que chegou à semifinal da Champions League em 2006 — a melhor campanha da história do clube. Após passagens marcantes pela seleção argentina, com participações em Copas do Mundo e Olimpíadas (ouro em Pequim 2008), Riquelme retornou ao Boca, encerrando a carreira em 2015 no Argentinos Juniors.

Apesar da popularidade no Brasil, Juan Roman Riquelme nunca chegou a atuar no país. FlamengoGrêmio e Cruzeiro tentaram contratar o astro, mas não conseguiram.

Esse conteúdo foi publicado originalmente em
ItatiaiaVer original 
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