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Palmeiras toma decisão sobre situação com Esportes da Sorte

Casa de apostas estava irregular no Brasil e detém patrocínio máster do time feminino do Verdão

Rafael Oliva, da Itatiaia
Empresa foi incluída na lista de bets regularizadas para atuar no Brasil
Empresa foi incluída na lista de bets regularizadas para atuar no Brasil  • Reprodução/Instagram Palmeiras
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O Palmeiras decidiu retomar as divulgações da marca Esportes da Sorte nas propriedades publicitárias do clube. Isso aconteceu porque a empresa foi incluída na lista de bets regularizadas para atuar no Brasil.

A inclusão da casa de apostas entre as corporações liberadas para operarem em solo nacional até o fim de 2024 ocorreu na última quarta-feira (16). Anteriormente, a empresa estava irregular e, depois, obteve autorização para atuar apenas no Rio de Janeiro, via Loterj.

Assim, a tendência é de que o Palmeiras cumpra o contrato com a Esportes da Sorte, que tem vínculo de patrocínio máster do time feminino até o final deste ano. Os valores da parceria — que foi fechada neste ano — são de quase R$ 20 milhões por temporada.

Entretanto, não há definição sobre uma possível renovação contratual. Além da exposição nos uniformes das Palestrinas, a empresa tem ativações em placas de publicidade nos jogos do time masculino e nas redes sociais do clube.

Atuação da Esportes da Sorte vai além do Palmeiras

O patrocínio da empresa com o rival Corinthians foi assinado em julho, com um total de R$ 309 milhões por três anos de contrato. É o maior valor pago entre os oito clubes que a marca apoia.

Entre os demais da Série A, a casa de apostas desembolsa cerca de R$ 80 milhões anuais. O Athletico-PR anunciou a retirada da marca da camisa pela ausência da Esportes da Sorte na lista do governo federal. Na 29ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, diante do Botafogo, o time foi a campo com um uniforme liso.

Acusações sérias e investigação policial

A empresa de apostas é um dos alvos da Operação Integration — que investiga supostos casos esquema de jogo ilegal.

A operação foi deflagrada em 4 de setembro e prendeu a influenciadora digital Deolane Bezerra, que diz ser vítima de injustiça. Mais tarde, o cantor Gusttavo Lima também teve um pedido de prisão emitido, mas a solicitação foi derrubada.

Esse conteúdo foi publicado originalmente em
ItatiaiaVer original 
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