Análise: Brasil tem que competir contra a França

Comentaristas do Convocação CNN discutem linha defensiva da Seleção Brasileira fragilizada por conta dos desfalques

Da CNN Brasil
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A Seleção Brasileira entra em campo contra a França com uma linha defensiva completamente nova, em um teste crucial a poucos meses da Copa do Mundo. O técnico Carlo Ancelotti optou por escalar Ederson no gol, além de uma defesa formada por Léo Pereira e Ibañez na zaga, com Wesley e Douglas Santos nas laterais - jogadores que nunca atuaram juntos pela Seleção.

A ausência do zagueiro Marquinhos, titular absoluto da equipe, foi confirmada por Ancelotti na coletiva de imprensa. O defensor será poupado devido a problemas físicos, devendo retornar apenas para o confronto contra a Croácia.

Essa situação forçou o treinador a testar novas alternativas em um dos jogos mais desafiadores antes do Mundial.

O desafio se torna ainda maior considerando que nenhum dos quatro defensores desponta como titular absoluto para a Copa.

Léo Pereira, por exemplo, fará sua estreia pela Seleção Brasileira, sendo escolhido por ser um zagueiro canhoto, característica valorizada por Ancelotti após a perda de Gabriel Magalhães. Douglas Santos, por sua vez, foi convocado devido aos problemas na lateral esquerda, posição que já sofreu com os cortes de Caio Henrique e Alex Telles.

Teste arriscado contra ataque poderoso

A decisão de testar uma linha defensiva inteiramente nova justamente contra a França impressiona, especialmente considerando o potente ataque francês. Como destacou Bruno Rodrigues, comentarista do Convocação CNN.

"Parece que estamos batendo na mesma tecla, mas realmente impressiona chegarmos em março, às vésperas de uma convocação final e às portas da Copa do Mundo, fazendo um teste de uma linha defensiva inteira em um amistoso contra a França. [...] O importante é tentar competir. Nesses primeiros 45 minutos, não contar muito com o jogo bonito, é tentar competir e mostrar padrão, defender bem, ser uma equipe segura e depois contar com o talento dos homens de frente", explicou Bruno Rodrigues.

 

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