Cris Cyborg sobre nova liga de MMA: “Eles não estão querendo ser o UFC”

À CNN Brasil, lutadora histórica do MMA feminino e embaixadora do Ki MMA conta detalhes sobre nova liga, que terá regras mais clássicas

Gustavo Riguetti, da CNN Brasil
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A lutadora Cris Cyborg se tornou embaixadora do Ki MMA, nova liga de MMA que promete mais competição, entretenimento e o retorno de elementos tradicionais do esporte.

A nova organização de Scott Coker, ex-CEO do Bellator e fundador do Strikeforce, tem estreia prevista para o primeiro trimestre de 2028 e conta com um investimento de quase R$ 400 milhões.

Um dos principais destaques da competição será um World Grand Prix com 32 lutadores, inicialmente disputado na categoria peso-pena.

Em entrevista exclusiva à CNN Brasil, Cris Cyborg afirmou que a criação de novos talentos também é essencial para o projeto e destacou a importância do Brasil, considerado um dos berços do MMA, na estratégia de Coker de tê-la como embaixadora da liga.

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“Uma das coisas que eles têm como foco principal é buscar novos talentos e fazer novas estrelas. Não tem como você voltar para os velhos tempos e não lembrar do Brasil, onde começou o Vale Tudo, onde começou o MMA”, afirmou Cyborg.

A experiente lutadora também falou sobre possíveis eventos no Brasil e a relação do público brasileiro com o MMA, que, segundo ela, perdeu espaço após a redução de eventos realizados no país, principalmente pelo UFC.

“O fã brasileiro está meio esquecido no canto ali. Eu acredito que o Ki MMA vai trazer isso novamente, por ter interesse de ir para o Brasil. [...] Eles não estão querendo ser o UFC, eles vão ser o Ki MMA”, afirmou.

 

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