UFC Freedom 250 na Casa Branca é alvo de contestação; entenda
"Acreditamos que isso é um profundo uso indevido de nossos monumentos nacionais sagrados para ganho privado. E achamos que isso precisa ser interrompido porque viola a lei", diz Brendan Ballou, advogado principal do Public Integrity Project

O UFC Freedom 250, agendado para o próximo domingo (14), no gramado sul da Casa Branca, foi contestado por uma ação judicial federal.
Anunciado como o primeiro evento esportivo profissional realizado nos jardins da residência do presidente americano e parte das comemorações dos 250 anos de independência americana, o evento está programado para coincidir com o 80º aniversário do presidente Donald Trump.
O processo, aberto no tribunal federal do Distrito de Columbia, afirma que a organização do evento é ilegal. É o que alega Brendan Ballou, advogado principal do Public Integrity Project, entidade que entrou com o processo.
"Acreditamos que isso é um profundo uso indevido de nossos monumentos nacionais sagrados para ganho privado. E achamos que isso precisa ser interrompido porque viola a lei", avaliou.
O Public Integrity Project é um escritório de advocacia que se autodenomina anticorrupção e está sediado em Washington. Já o governo emitiu uma resposta à ESPN.
"Trata-se de um processo obstrucionista, infundado e protelatório, movido simplesmente para impedir que o presidente Trump organize o que, sem dúvida, se tornará um dos eventos esportivos mais históricos da nossa nação, durante a celebração do semiquincentenário".
O evento principal será o confronto entre o campeão dos pesos-leves, Ilia Topuria, e o campeão interino, Justin Gaethje, em uma luta de unificação de cinturões. A disputa pelo título interino dos pesos-pesados entre Ciryl Gane e Alex "Poatan" Pereira está programada como o co-evento principal.


