Mão de obra, insumos e capex alto são desafios ao saneamento, diz Acciona

Apesar dos desafios, o diretor da companhia Brenno Machado ressaltou à CNN que a meta de universalização será cumprida até 2033

Rafael Villarroel, da CNN Brasil, em São Paulo
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Falta de mão de obra, insumos e Capex elevado são os principais desafios para as companhias de saneamento no momento, segundo Brenno Machado, diretor da Acciona Brasil.

Apesar do cenário macroeconômico não ser favorável, Machado reiterou que a companhia vai garantir a universalização até 2033 nas áreas onde atua, conforme determina o marco legal aprovado em 2020.

O posicionamento foi feito durante o CNN Talks Infra Saneamento: A segunda metade do caminho até 2033, realizado na terça (15).

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Com quatro ativos no portfólio -- no Paraná, Espírito Santo, Pernambuco e Paraíba --, Machado destacou que a Acciona continua com apetite para arrematar mais projetos.

"Tem alguns estados com concepções bastante interessantes pela frente. São Paulo é um deles. Haverá [projetos] ainda em Goiás e Rondônia", afirmou.

CNN Talks Infra Saneamento: A segunda metade do caminho até 2033 reuniu autoridades, empresários e especialistas para debater os principais gargalos e apontar caminhos do setor.

O evento teve como ponto de partida um dado preocupante: no ritmo atual, o país só alcançaria a universalização do saneamento em 2070 — 37 anos após o prazo estabelecido pela própria legislação, que prevê a meta para 2033.