Nova Zelândia demite nove funcionários de fronteira que recusaram vacinação

Mais de 95% dos funcionários alfandegários da linha de frente do país receberam uma dose da vacina contra a Covid-19

Angus Watson, CNN
03 de maio de 2021 às 08:47 | Atualizado 03 de maio de 2021 às 08:48
Premiê da Nova Zelândia, Jacinda Ardern
Premiê da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, durante entrevista coletiva
Foto: Martin Hunter - 13.mar.2020/Reuters

A agência alfandegária da Nova Zelândia demitiu nove de seus funcionários depois que eles se recusaram a se vacinar contra a Covid-19, disse o órgão em um comunicado nesta segunda-feira (3).

“Lamentamos que esses indivíduos tenham abandonado o emprego e entendam a situação difícil para eles”, disse a funcionária da alfândega Jacinda Funnell.

A Nova Zelândia tornou obrigatório que todos os trabalhadores de fronteira e quarentena sejam vacinados e forneçam prova de vacinação ao entrar em uma instalação alfandegária.

Mais de 95% dos funcionários alfandegários da linha de frente da Nova Zelândia receberam uma dose da vacina contra a Covid-19, de acordo com a agência, com 85% tendo recebido duas doses.

“Dos 5% dos funcionários que não foram vacinados, a maioria dos quais não conseguiu receber a vacina, muitos foram realocados com sucesso em funções alternativas dentro da Alfândega”, dizia a declaração.

O comunicado acrescentou que as opções para realocar os nove funcionários demitidos "eram muito limitadas".

(Esse texto é uma tradução. Para ler o original, em inglês, clique aqui)