Ataque na Austrália: Documentos afirmam que suspeitos treinaram com armas
Segundo a polícias, os supostos atiradores planejaram a ação por meses e visitaram o local para reconhecimento dois dias antes de agirem

Um relatório policial divulgado pelo tribunal nesta segunda-feira (22) detalhou as atividades dos supostos atiradores antes do massacre na praia de Bondi, em Sydney, Austrália, na semana passada, que deixou 15 pessoas mortas.
Os documentos incluíam uma imagem de circuito interno de TV da dupla pai e filho, Sajid e Naveed Akram, saindo de uma residência alugada na manhã do ataque, carregando objetos longos e volumosos envoltos em cobertores.
O relatório mostrou ainda o pai e o filho supostamente treinando com armas de fogo em uma área rural isolada de Nova Gales do Sul, o estado mais populoso da Austrália, que inclui a cidade de Sydney.
A polícia acredita que os objetos envoltos nos cobertores eram duas espingardas de um cano, um rifle Beretta, três bombas caseiras, uma bomba feita com uma bola de tênis e um grande artefato explosivo improvisado.
O documento também mostrava imagens do que parecia ser um dispositivo explosivo improvisado e uma bandeira caseira do Estado Islâmico no carro dos suspeitos após a prisão.
Os supostos atiradores planejaram o ataque por vários meses e visitaram o parque à beira-mar de Bondi para reconhecimento dois dias antes, segundo o relatório policial.


