Biden chama situação de reféns em sinagoga no Texas de “ato de terror”

Atirador interrompeu serviço religioso no sábado e fez quatro pessoas como reféns

Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca
Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca 07/01/2022 REUTERS/Kevin Lamarque

da Reuters

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O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, manifestou-se após um atirador interromper um serviço religioso no sábado em uma sinagoga em Colleyville, no Texas, e fazer quatro pessoas como reféns.

“Este foi um ato de terror”, disse Biden, neste domingo (16), em uma visita à Filadélfia, acrescentando que não havia informações suficientes sobre o motivo pelo qual o atirador atacou a sinagoga.

Uma equipe de resgate de reféns do FBI invadiu a sinagoga na noite de sábado para libertar os três reféns restantes; um outro refém havia sido libertado mais cedo.

“Orações respondidas. Todos os reféns estão vivos e seguros”, escreveu o governador do Texas, Greg Abbott, nas redes sociais.

Em coletiva de imprensa, a polícia local informou que o suspeito morreu.

O FBI identificou o sequestrador o cidadão britânico Malik Faisal Akram, 44 anos, que foi morto após a libertação segura dos quatro reféns.

Motivação

De acordo com as informações da CNN, os investigadores acreditam que o suspeito pode ter sido motivado pelo desejo de libertar uma mulher chamada Aafia Siddiqui, cientista paquistanesa que está cumprindo uma sentença de 86 anos em um presídio no Texas.

Ela foi condenada em 2010 por sete acusações, incluindo tentativa de homicídio e agressão a mão armada contra oficiais dos Estados Unidos no Afeganistão.

O atirador invadiu a sinagoga em Colleyville no sábado e fez quatro pessoas como reféns, incluindo o rabino. Após as vítimas terem sido libertadas, a polícia local pediu para que as pessoas evitassem a região e todos os residentes na área foram evacuados.

O FBI e o Departamento de Segurança Pública do Texas estão auxiliando o caso.

 

 

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