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    Blinken reúne apoio para missão de segurança no Haiti durante visita ao Brasil

    País mais pobre das Américas é dominado por gangues, que disputam territórios e cometem assassinatos

    O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a secretária do Brasil para a América Latina e o Caribe, Gisela Padovan, e a vice-secretária Geral da ONU, Amina Mohammed, participam de reunião sobre o Haiti à margem da a reunião dos ministros do G20 no Rio de Janeiro
    O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, a secretária do Brasil para a América Latina e o Caribe, Gisela Padovan, e a vice-secretária Geral da ONU, Amina Mohammed, participam de reunião sobre o Haiti à margem da a reunião dos ministros do G20 no Rio de Janeiro 22/02/2024Bruna Prado/Pool via REUTERS

    Simon Lewisda Reuters

    Rio de Janeiro

    Canadá, Benin, França e Jamaica ofereceram suporte a uma força de segurança internacional apoiada pela ONU para combater a violência desenfreada das gangues no Haiti, informou um comunicado dos Estados Unidos, coanfitrião de reunião sobre a missão com o Brasil.

    Washington prometeu 200 milhões de dólares para financiar o Apoio Multinacional de Segurança (MSS, na sigla em inglês), que o Quênia se prontificou a liderar no ano passado.

    O secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, reuniu autoridades no Rio de Janeiro, onde ministros das Relações Exteriores do G20 reúnem-se nesta semana, e pediu apoio para a iniciativa.

    “Precisamos fazer mais para ajudar a polícia nacional haitiana a estabilizar a situação de segurança agora para que o auxílio humanitário possa fluir de forma eficaz e chegar às pessoas que precisam dele, para que haitianos não tenham que viver aterrorizados por gangues, e para que o Haiti retorne plena e fortemente a um caminho democrático”, disse Blinken na abertura da reunião.

    Um comunicado dos EUA disse que Canadá, Benin, França e Jamaica anunciaram “compromissos financeiros, de pessoal e de bens e serviços para a missão” durante a reunião desta quinta-feira.

    O Conselho de Segurança da ONU autorizou a missão em outubro, um ano após o país do Caribe pedir ajuda para combater a violência de gangues que invadiu grande parte da capital Porto Príncipe. A violência foi responsável pela morte de quase 5.000 pessoas no Haiti no ano passado.