Democratas são favoritos para controlar Senado dos EUA; resultados podem demorar

Segundo pesquisas, candidatos do partido podem ocupar até 55 de 100 assentos

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David Morgan,

da Reuters

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Os democratas dos Estados Unidos são os favoritos para vencer 14 disputas em Senados estaduais acirradas com o controle total do Congresso na eleição desta terça-feira (3), mas os resultados finais de ao menos cinco destas disputas podem demorar dias – e, em alguns casos, meses.

Como a desaprovação pública ao presidente Donald Trump está afetando republicanos de todo o país, os eleitores decidirão se encerram as carreiras políticas de alguns senadores republicanos, incluindo Lindsey Graham, aliada de Trump da Carolina do Sul, e a senadora moderada Susan Collins, do Maine.

No total, 12 cadeiras ocupadas por republicanos e duas vagas de democratas estão em jogo, com base em uma análise da Reuters de três institutos de pesquisa eleitoral apartidários – o Centro para Políticas da Universidade da Virgínia, o Cook Political Report e o Inside Elections.

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“Existem brigas duras em todo o país”, disse o líder da maioria no Senado, Mitch McConnell, o republicano mais graduado do Congresso, em um comício. Ele descreveu a possibilidade de os republicanos manterem a maioria do Senado em 50%.

A projeção parece otimista, segundo os três institutos de pesquisa. Eles preveem que os democratas podem conquistar até 55 dos 100 assentos do Senado, o que lhes daria a maioria pela primeira vez em uma década, tanto no Senado, quanto na Câmara dos Deputados de 435 cadeiras, onde se espera que mantenham o comando.

Os democratas esperam inaugurar uma nova era política em Washington se seu candidato presidencial, Joe Biden, também vencer.

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