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    Eleições na Venezuela: María Corina Machado agradece posicionamentos de Lula e Macron

    Líder da oposição também citou Gustavo Petro, presidente da Colômbia; Lula disse ser grave que oposição não tenha conseguido inscrever candidata

    Tiago Tortellada CNN

    em São Paulo

    María Corina Machado, líder da oposição da Venezuela, agradeceu aos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do Brasil, Emmanuel Macron, da França, e Gustavo Petro, da Colômbia, por seus posicionamentos sobre as eleições no país sul-americano.

    Na quinta-feira (28), Lula, por exemplo, disse que é grave a candidata Corina Yoris, do bloco opositor majoritário, Plataforma Unitária, não tenha conseguido se inscrever para a eleição presidencial na Venezuela.

    Machado pontuou que os posicionamentos dos chefes de Estado “reafirmam que nossa luta é justa e democrática”. A oposição na Venezuela denuncia não ter conseguido inscrever nem ela, nem Yoris, sua substituta.

    “Tornou-se claro que não existem razões políticas ou jurídicas que impeçam Corina Yoris de ser candidata e que a sua exclusão, tal como a minha, nega a possibilidade de eleições livres e justas”, adicionou.

    “Pedimos a todos os líderes democráticos do mundo que apoiem a plena implementação do Acordo de Barbados, assinado há apenas alguns meses, para alcançar eleições livres e justas na Venezuela”, finalizou.

    Macron concordou com a fala de Lula e disse que a maneira como o rito eleitoral está acontecendo no país não pode ser considerada democrática.

    “Condenamos firmemente por terem tirado uma candidata muito boa desse processo e espero que seja possível ter um novo marco nos próximos dias e semanas. Não nos desesperemos, mas a situação é grave e piorou com a última decisão. Nós temos uma visão comum perfeita”, expressou o chefe de Estado francês.

    María Corina Machado está impedida de ocupar cargos públicos, após decisão da Justiça venezuelana, por supostas irregularidades em declarações de bens.

    *com informações de Douglas Porto e Manoela Carlucci, da CNN