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    Equador: Diretor de prisão é morto enquanto eleitores votam referendo sobre segurança

    Daniel Noboa tenta conter onda de violência de gangues que assola o país

    Equador tenta restaurar ordem nos presídios após crise de reféns
    Equador tenta restaurar ordem nos presídios após crise de reféns REUTERS

    Alexandra Valenciada Reuters

    O diretor penitenciário equatoriano Cosme Damian Parrales Merchan foi morto neste domingo (21), informou a agência penitenciária SNAI do país em um comunicado, enquanto os cidadãos iam às urnas para votar em um referendo sobre uma série de medidas de segurança.

    O SNAI não deu mais detalhes sobre a morte de Parrales, que chefiava a prisão nº 4 de Manabi, no oeste do país. A agência disse que trabalharia com as autoridades investigadoras para determinar os responsáveis.

    O presidente do Equador, Daniel Noboa, deve vencer um referendo neste domingo que pede aos eleitores que apoiem novas medidas de segurança para combater a violência crescente, embora os recentes cortes de energia possam representar uma ameaça ao voto “sim”.

    Na última década, gangues de contrabando de cocaína se expandiram para todos os cantos da América Latina, transformando nações antes tranquilas, como o Equador, em áreas de domínio dos cartéis, segundo autoridades de segurança e diplomatas.

    Em janeiro, a violência ganhou as manchetes mundiais quando homens armados invadiram uma transmissão de televisão ao vivo e diversos funcionários de prisões foram feitos reféns.

    As questões relacionadas principalmente à segurança no referendo de domingo incluem pedir aos eleitores que aprovem a permissão para que os militares patrulhem com a polícia, extraditem criminosos acusados e aumentem as penas de prisão para crimes como terrorismo e assassinato, entre outras medidas.