Estados Unidos vão às urnas em eleição que não deve se esgotar com votação

Lorena Lara, da CNN em São Paulo
Compartilhar matéria

Os Estados Unidos vão às urnas nesta terça (3) numa eleição presidencial sem precedentes: no país duramente afetado pela pandemia, mas de 80 milhões já votaram antecipadamente. Mas o resultado oficial pode se arrastar por dias, semanas ou até meses, acirrando ainda mais os ânimos num cenário que já combina polarização política, protestos antirracistas e crise econômica.

Em desvantagem nas pesquisas em relação ao democrata Joe Biden, o presidente Donald Trump alimenta o clima de incerteza ao questionar, constantemente, a legitimidade da votação. Some-se a isso, o complicado sistema eleitoral americano, em que diferentes estados têm regras diferentes sobre até quando as cédulas podem ser recebidas e contadas após a votação.  

Neste episódio do E Tem Mais, Monalisa Perrone conversa com os jornalistas que estão na linha de frente dessa cobertura: o editor Renan de Souza, da CNN em São Paulo, e Marcelo Medeiros, editor da CNN em Atlanta, sobre os possíveis desdobramentos de uma eleição que não deve se esgotar com a votação.

Leia mais:

Por que Obama guardou as críticas mais duras a Trump para o final da campanha

Estados Unidos podem não voltar ao normal até 2022, diz Fauci

A eleição nos EUA tem segundo turno? E se houver um empate? Entenda o formato

Ouça e assine os podcasts da CNN Brasil gratuitamente:

5 Fatos

Abertura de Mercado

América Decide

Carteira Inteligente

CNN Líderes

Coronavírus: Fato x Ficção

Horário de Brasília

Na Palma da Mari

O Grande Debate

O Mundo Pós-Pandemia

O Que Eu Faço?

Todo o conteúdo da grade digital da CNN Brasil é gratuito.