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    EUA e coalizão na Síria foram atacados três vezes desde sexta (2), diz autoridade

    Casos acontecem após os Estados Unidos terem lançado ataques na Síria e Iraque como retaliação por mortes de soldados na Jordânia

    Veículos militares dos EUA na província de Deir ez-Zor na Síria
    Veículos militares dos EUA na província de Deir ez-Zor na Síria Omer Al Diri/Agência Anadolu via Getty Images

    Haley BritzkyNatasha Bertrandda CNN

    Os Estados Unidos e as forças da coalizão foram atacados mais três vezes na Síria desde que os EUA lançaram ataques aéreos contra milícias apoiadas pelo Irã, na sexta-feira (2), afirmou uma autoridade norte-americana.

    Joe Biden respondeu afirmativamente, no domingo (4), quando questionado se os ataques feitos por seu Exército estavam funcionando para dissuadir a Força Quds do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) e grupos de milícias que apoiam.

    Entretanto, vários ataques foram realizados na região contra tropas dos EUA nos últimos dias.

    No sábado (3), vários foguetes foram lançados contra as forças americanas em um local de apoio à missão Eufrates, na Síria. Nenhuma vítima ou dano à infraestrutura foi relatado.

    Na noite de domingo (4), um ataque com drones contra os EUA, as forças de coalizão e as Forças Democráticas Sírias no campo petrolífero de Omar, perto de um local de apoio à missão Green Village, na Síria, resultou em múltiplas vítimas das tropas sírias e “danos significativos à infraestrutura”, informou a fonte.

    Na manhã desta segunda-feira (5), um único foguete foi lançado contra um local de apoio à missão Eufrates. Não houve relatos de vítimas ou danos à infraestrutura.

    Na sexta-feira (2), os militares dos Estados Unidos atingiram mais de 85 alvos no Iraque e na Síria, incluindo centros de operações de comando e controle, centros de inteligência, instalações de armazenamento de armas, foguetes, mísseis e instalações de logística e cadeia de fornecimento de munições usadas por milícias apoiadas pelo Irã.

    Autoridades ressaltaram na sexta-feira que acreditam que os ataques foram bem-sucedidos.