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    EUA batem recorde, com mais de mil mortes por COVID-19 em período de 24 horas

    Entre as 20h30 de quarta-feira (21h30 de Brasília) e o mesmo horário nesta quinta, o país registrou 1.169 óbitos pelo novo coronavírus

    Drive-through de testes para o coronavírus operando no bairro do Queens, em Nova York, Estados Unidos
    Drive-through de testes para o coronavírus operando no bairro do Queens, em Nova York, Estados Unidos Foto: Luiza Duarte/ CNN

    País com mais casos confirmados de novo coronavírus (COVID-19) no mundo, os Estados Unidos estabeleceram um novo recorde de mortes pela doença em um período de 24 horas.

    Entre as 20h30 de quarta-feira (21h30 de Brasília) e o mesmo horário nesta quinta, o país registrou 1.169 óbitos pela doença, segundo cálculos da Universidade Johns Hopkins, que realiza contagem em tempo real de casos e mortes relacionados ao vírus.

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    Com o recorde nesse período de 24 horas, os Estados Unidos chegaram ao total de 5.926 mortos pela doença – total menor apenas que os registrados na Itália e na Espanha no momento. 

    O recorde anterior de mortes no período igual a um dia pertencia à Itália, que teve 969 mortes em 27 de março. 

    Na última terça , o presidente americano Donald Trump advertiu que o país enfrentará o ao menos duas “semanas muito difíceis” por conta do vírus. Mesmo com a adoção de medidas rigorosas nos últimos dias para restringir a circulação de pessoas nas ruas do país, um estudo da Casa Branca indica que entre 100.000 e 240.000 americanos podem morrer por conta da doença. 

    A projeção da Casa Branca é semelhante à que foi apontada recentemente por especialistas. Segundo os levantamentos, se nenhuma ação fosse tomada as mortes poderiam ir de 1,5 a 2,2 milhões no curto prazo em todo o país. 

    Diante dos números, Trump declarou que o coronavírus “não é uma gripe” e usou o termo “peste” (‘plague”, em inglês) para se referir à doença.