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    G7 condena ataque iraniano sem precedentes e pede “desescalada” de tensões

    Líderes do grupo das maiores economias do mundo pedem moderação de Israel e Irã para evitar escalada incontrolável no Oriente Médio.

    Da CNN

    Os líderes do G7, grupo formado pelas sete maiores economias mundiais, se reuniram virtualmente nesta segunda-feira (17) para discutir o ataque sem precedentes realizado pelo Irã contra Israel.

    G7: Condenação unânime e pedido de moderação

    Durante o encontro virtual, os líderes condenaram unanimemente o ataque iraniano, considerado sem precedentes, e reafirmaram o compromisso do G7 com a segurança de Israel.

    No entanto, eles também pediram que todas as partes envolvidas exercessem moderação, a fim de evitar uma escalada ainda maior das tensões na região do Oriente Médio. O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, enfatizou que “todas as partes devem exercer moderação e que continuaremos todos os nossos esforços para trabalhar no sentido da desescalada”.

    Conselho de Segurança da ONU se reúne

    Além da reunião do G7, o Conselho de Segurança da ONU também foi convocado emergencialmente para discutir os ataques iraniano­s. O embaixador de Israel na ONU enviou uma carta pedindo uma condenação das violações feitas pelo Irã, ao que a embaixadora de Malta, atual presidente rotativo do Conselho de Segurança, respondeu condenando inequivocamente as ações iranianas.

    O secretário-geral da ONU, António Guterres, também se manifestou sobre o ataque, pedindo o fim das hostilidades. Apesar de divergências entre os membros permanentes do Conselho de Segurança, como Rússia e China, mais próximos ao Irã, e Estados Unidos, França e Reino Unido, mais alinhados a Israel, espera-se uma discussão sobre como se posicionar diante do conflito.

    Apelo por “desescalada”

    Até o momento, os países que se manifestaram sobre os ataques do Irã condenaram as ações e fizeram um apelo para que não haja uma resposta abrangente de Israel, a fim de evitar o espalhamento ainda maior do conflito pela região.