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    Hamas saúda resolução do Conselho de Segurança para cessar-fogo e diz que pode cooperar

    Grupo armado disse que está pronto para colaborar com mediadores na implementação dos princípios do plano

    Abu Ubaida, porta-voz do braço armado do Hamas
    Abu Ubaida, porta-voz do braço armado do Hamas 11/11/2019REUTERS/Ibraheem Abu Mustafa

    Da Reuters

    O Hamas recebeu com satisfação a aprovação, nesta segunda-feira (10), de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU apoiando um plano de cessar-fogo na Faixa de Gaza.

    O grupo armado disse que está pronto para cooperar com mediadores na implementação dos princípios do plano.

    A Autoridade Palestina, por sua vez, disse que apoia qualquer resolução que peça cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e preserve a unidade do território palestino.

    Um importante negociador na tentativa de um acordo, o Egito também celebrou a medida do Conselho, segundo um comunicado do Ministério das Relações Exteriores do país.

    Resolução dos EUA aprovada no Conselho

    Nesta segunda-feira (10), o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução proposta pelos Estados Unidos sobre um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Foram 14 votos a favor e uma abstenção, da Rússia.

    Os EUA finalizaram o documento no domingo (9) após seis dias de negociações entre os integrantes. Joe Biden apresentou um plano de cessar-fogo de três fases em 31 de maio, o que ele descreveu como uma iniciativa israelense.

    Alguns membros do Conselho de Segurança questionaram se Israel havia aceitado o plano para encerrar os combates em Gaza.

    A resolução acolhe a nova proposta de cessar-fogo, “que Israel aceitou, apela ao Hamas para que também a aceite e insta ambas as partes a implementarem integralmente seus termos sem demora e sem condições”.

    “Estamos esperando o Hamas concordar com o acordo de cessar-fogo que ele alega querer”, disse a embaixadora dos EUA na ONU, Linda Thomas-Greenfield, ao conselho antes da votação.

    “A cada dia que passa, o sofrimento desnecessário continua”, adicionou.

    A resolução também detalha a proposta e esclarece que “se as negociações levarem mais de seis semanas para a fase um, o cessar-fogo continuará enquanto as negociações continuarem”.