Prime Time

seg - sex

Apresentação

Ao vivo

A seguir

    “Injusto e antiético”: Autoridade Palestina critica veto dos EUA a adesão plena na ONU

    Chanceler israelense elogiou resultado e chamou projeto de vergonhoso

    Palestinos andam de bicicleta pelas ruínas de casas e edifícios, destruídos durante a ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza
    Palestinos andam de bicicleta pelas ruínas de casas e edifícios, destruídos durante a ofensiva militar de Israel na Faixa de Gaza 31/03/2024REUTERS/Mahmoud Issa

    Tiago Tortellada CNN

    A Presidência da Autoridade Palestina criticou o veto dos Estados Unidos a uma resolução no Conselho de Segurança da ONU para que a entidade reconhecesse o status de membro pleno de um Estado palestino.

    Em comunicado, a Autoridade afirmou que a ação é “injusta, antiética e injustificada”. Já o ministro das Relações Exteriores de Israel elogiou o resultado e chamou o projeto de vergonhoso.

    A resolução, apresentada pela Argélia, teve o apoio de 12 países, mas foi bloqueada pelos EUA, que detêm o poder de veto como um dos cinco integrantes permanentes do Conselho de Segurança. Também houve duas abstenções.

    Anteriormente, os EUA haviam dito que o estabelecimento de um Estado palestino independente deve acontecer através de negociações entre Israel e a Autoridade Palestina, com o apoio dos Estados Unidos — e não na ONU.

    Os palestinos são atualmente um Estado observador não membro, status concedido pela Assembleia-Geral da ONU em 2012. Isso quer dizer que, apesar de poderem falar e assistir a reuniões nas Nações Unidas, os palestinos não podem apresentar emendas ou resoluções.

    Para que o status de membro pleno fosse aprovado, além da recomendação do Conselho de Segurança, seria necessária a aprovação de dois terços da Assembleia-Geral da ONU.

    *com informações da Reuters e de Mariana Janjácomo, da CNN