Islândia reconta votos, e mulheres deixam de ser maioria no Parlamento

Mesmo com a recontagem, o número de mulheres eleitas para a Casa subiu de 24 para 30, em comparação ao ano passado

Reprodução/Twitter

Cleber Souzada CNN

em São Paulo

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No fim da tarde deste domingo (26), a Comissão Eleitoral da Islândia anunciou que uma nova recontagem de votos revelou que mulheres não serão maioria no Parlamento.

Com isso, três mulheres eleitas viram o resultado mudar. No total, são 30 eleitas – 47,6% das 63 cadeiras – ante 33 (52,3%) informado anteriormente pela Comissão.

A recontagem ocorreu devido aos poucos votos que separavam partidos que disputavam a eleição e após o atual governo contestar o primeiro resultado. “Poderia fazer uma enorme diferença”, diz o comunicado da Comissão.

O resultado já havia sido contestado pelo governo local, pois seria a primeira vez na história que um país europeu teria um parlamento ocupado em maioria por mulheres.

Mesmo com a recontagem, o número de mulheres eleitas para a Casa subiu. Os eleitores da Islândia elegeram 30 delas, contra 24 na última eleição.

A Islândia é classificada como o país com maior igualdade de gênero no Legislativo no mundo pelo 12º ano consecutivo, segundo relatório do Fórum Econômico Mundial (WEF), divulgado em março.

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