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    Justiça do Irã diz ter executado líder de rede de tráfico de mulheres

    Shahrooz Sokhanvari foi detido na Malásia em 2020, em ação coordenada com a Interpol

    Bandeira iraniana tremula fora da sede da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em Viena, Áustria
    Bandeira iraniana tremula fora da sede da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) em Viena, Áustria 06/03/2023 REUTERS/Leonhard Foeger

    Reuters

    A Justiça iraniana declarou neste sábado (20) que executou o líder de uma rede de tráfico de mulheres do Irã a países vizinhos com o propósito de prostituição.

    Shahrooz Sokhanvari, um homem conhecido como “Alex”, era o líder de uma rede de “acompanhantes e tráfico de mulheres e garotas iranianas para alguns países da região”, segundo a agência de notícias do Judiciário, Mizan.

    O órgão disse que Sokhanvari foi executado na manhã de sábado “pelo crime de tráfico humano com o propósito de prostituição”.

    A imprensa iraniana publicou em 2020 que “Alex” havia sido detido na Malásia, em ação coordenada com a Interpol, e trazido ao Irã.

    Ele foi sentenciado à morte em setembro de 2021, após acusações de “corrupção na Terra”, termo utilizado por autoridades iranianas para uma ampla gama de ofensas, incluindo as relacionadas às questões morais.

    A agência de notícias ativista HRANA afirmou que várias mulheres também foram detidas no mesmo caso e enfrentam acusações sérias.

    Execuções registradas no Irã subiram de 314 em 2021 para 576 em 2022, a segunda mais alta no mundo, após a China, disse a Anistia Internacional em um relatório nesta semana.