Mais de 1.000 soldados ucranianos de Mariupol foram levados para a Rússia, diz agência russa

De acordo com a agência de notícias estatal russa TASS, prisioneiros de guerra vão passar por "investigação"

Tanques de tropas pró-Rússia em rodovia perto de Mariupol
Tanques de tropas pró-Rússia em rodovia perto de Mariupol Foto: Alexander Ermochenko/Reuters

Josh PenningtonHannah Ritchieda CNN

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Mais de 1.000 militares ucranianos que se renderam recentemente em Mariupol serão transportados para a Rússia para “investigação”, informou a agência de notícias estatal russa TASS nesta quarta-feira (8), citando uma fonte da polícia.

“Mais de 1.000 pessoas de Azovstal foram transportadas para a Rússia. As agências de aplicação da lei estão trabalhando em estreita colaboração com eles”, informou a fonte, segundo a TASS.

A Rússia também planeja transportar vários outros prisioneiros de guerra ucranianos para o território russo, acrescentou a fonte.

Entenda o caso

No final de maio, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou que cerca de 1.000 soldados ucranianos se renderam após semanas de combates na siderúrgica Azovstal, sitiada em Mariupol.

Pouco depois, o Comitê de Investigação da Rússia – que opera como a principal autoridade investigadora do Kremlin – disse que interrogaria os “militantes rendidos” ucranianos evacuados de Azovstal.

As autoridades ucranianas ainda não responderam publicamente ao relatório da TASS.

Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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