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    Militares dos EUA retiram funcionários da embaixada do Haiti

    A operação é o mais recente sinal dos problemas no Haiti, uma vez que a violência das gangues locais ameaça derrubar o governo

    Veículo armado perto da Penitenciária Nacional após embates violentos na capital que levaram a uma fuga da principal penitenciária em Port-au-Prince, Haiti
    Veículo armado perto da Penitenciária Nacional após embates violentos na capital que levaram a uma fuga da principal penitenciária em Port-au-Prince, Haiti 03/03/2024REUTERS/Ralph Tedy Erol

    Reuters

    Os militares dos Estados Unidos disseram neste domingo que realizavam uma operação no Haiti para retirar funcionários da embaixada do país que desempenham atividades consideradas não-essenciais em situações de emergência.

    O transporte dos funcionários foi aéreo e os Estados Unidos disseram reforçar a segurança da embaixada, enquanto o país caribenho vive sob um estado de emergência.

    A operação é o mais recente sinal dos problemas no Haiti, uma vez que a violência das gangues locais ameaça derrubar o governo e já levou milhares de pessoas a deixarem suas casas.

    “Este transporte aéreo dos funcionários para dentro e fora da embaixada está alinhado com nossa prática padrão de aumentar a segurança de nossas embaixadas em todo o mundo, e nenhum haitiano estava a bordo da aeronave militar”, disse o Comando Sul militar dos Estados Unidos em comunicado.

    O Haiti entrou em estado de emergência no domingo passado depois que os combates aumentaram enquanto o primeiro-ministro Ariel Henry estava em Nairóbi em busca de um acordo para a missão apoiada pela ONU, há muito adiada.

    No ano passado, o Quênia anunciou que ia liderar a missão, mas meses de disputas jurídicas internas colocaram a operação em espera.

    No sábado, o Departamento de Estado dos Estados Unidos disse que o secretário de Estado, Antony Blinken, conversou com o presidente queniano, William Ruto, sobre a crise do Haiti, e os dois ressaltaram seu compromisso com uma missão de segurança multinacional para restaurar a ordem.

    No comunicado, o Comando Sul disse que Washington continua comprometido com esses objetivos.

    (Reportagem de Phil Stewarts)