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    Ministro russo Sergei Lavrov diz que risco de guerra nuclear é real e sério

    Representante da Rússia afirmou, entretanto, que seu país está se esforçando para evitar essa possibilidade

    Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, em Moscou
    Ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, em Moscou Ministério das Relações Exteriores da Rússia/Divulgação via REUTERS (25/02/2022)

    Andrew CareyJosh Penningtonda CNN

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    O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, insistiu que seu país está se esforçando para reduzir o risco de uma guerra nuclear, mas disse que é um perigo real e sério.

    “É real e não pode ser subestimado”, disse Lavrov em entrevista transmitida pela televisão russa na noite desta segunda-feira (25).

    Fazendo referência a uma famosa declaração conjunta de Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev, quando os então líderes dos Estados Unidos e da União Soviética concordaram que “uma guerra nuclear não pode ser vencida e nunca deve ser travada”, Lavrov disse que a “inadmissibilidade da guerra nuclear”. permaneceu a “posição de princípio” da Rússia.

    Acordo falido: Lavrov também sugeriu que os medos atuais podem ser atribuídos ao Ocidente e sua recusa em confiar na Rússia. Ele destacou o fracasso em encontrar um sucessor para um tratado da década de 1980 entre os EUA e a União Soviética que proibia armas nucleares de médio alcance.

    Esse pacto desmoronou em 2019, mas os EUA não cumpriram a oferta de Vladimir Putin de uma suspensão contínua da implantação de tais armas, disse Lavrov.

    “Nossa proposta de moratória mútua foi rejeitada, embora tenhamos incluído em nossa proposta métodos de verificação. E a principal objeção do Ocidente a isso é que eles simplesmente não confiavam em nós”, disse ele.

    De acordo com a agência de notícias estatal russa RIA Novosti, Lavrov disse ao entrevistador russo que os países ocidentais estavam encorajando a Ucrânia a continuar lutando. Porém, disse que ainda acredita que a guerra terminará com o que a RIA Novosti descreveu como a “assinatura de um documento diplomático”.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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