Missão de resgate dos EUA matou quatro militares iranianos, diz Irã

Entre os mortos, estavam um general de brigada, dois coronéis e um tenente, informou o gabinete de relações públicas do exército

Mohammed Tawfeeq, da CNN
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Pelo menos quatro oficiais do exército iraniano foram mortos durante a operação de resgate dos EUA ao sul de Isfahan no domingo (5), informou o gabinete de relações públicas das Forças iranianas nesta segunda-feira (6).

Em comunicado, o gabinete informou que os quatro oficiais foram mortos na madrugada de domingo durante um ataque de "diversas aeronaves ofensivas (americanas)" na província de Isfahan.

O exército disse que os oficiais entraram em "combate direto" com "caças, helicópteros, drones armados e aeronaves de apoio inimigos".

O comunicado também informou que um míssil portátil atingiu uma aeronave americana, após o que a unidade foi alvejada por outras aeronaves, resultando na morte dos quatro oficiais.

Os oficiais mortos foram identificados pelo exército iraniano, juntamente com suas patentes militares: um general de brigada, dois coronéis e um tenente.

Detalhes da operação

Mais cedo, o presidente dos EUA, Donald Trump, deu novos detalhes sobre a operação de resgate de um dos tripulantes de um caça que foi abatido no Irã.

Trump disse que o oficial de sistemas de armas escalou um terreno íngreme com o rosto "sangrando profusamente" após ejetar da aeronave.

"O oficial seguiu seu treinamento e escalou o terreno montanhoso traiçoeiro, subindo em direção a uma altitude maior, algo que eles foram treinados para fazer a fim de evitar a captura", afirmou o presidente a repórteres na Casa Branca.

O oficial tratou seus próprios ferimentos e contatou as forças americanas para informar sua localização, ainda segundo Trump.

mobilização massiva das forças americanas para realizar o resgate envolveu 155 aeronaves, incluindo quatro bombardeiros, 64 caças, 48 ​​aviões-tanque de reabastecimento, 13 aeronaves de resgate e outras.

A operação também incluiu uma ação para confundir os iranianos sobre o paradeiro do oficial abatido.

“Queríamos que eles procurassem em áreas diferentes. Por isso, estávamos espalhados por toda parte”, explicou Trump.

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