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    Não há rodízio de funcionários em Chernobyl desde 21 de março, diz agência nuclear da ONU

    Equipe atual que chegou à usina entre 20 a 21 de março substituiu o pessoal que estava no local desde que as forças russas assumiram o controle em 24 de fevereiro

    Chernobyl, 20 anos depois da explosão nuclear
    Chernobyl, 20 anos depois da explosão nuclear Foto: Reprodução/Flickr (Ian Bancroft)

    Pierre Meilhanda CNN

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    A Ucrânia informou à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que não houve rotação de pessoal técnico na usina nuclear de Chernobyl desde 21 de março, disse o órgão de vigilância nuclear da ONU nesta sexta-feira (25).

    De acordo com um comunicado da AIEA, a Ucrânia também não sabia quando o próximo rodízio poderia ocorrer.

    A autoridade reguladora da Ucrânia disse à AIEA na quinta-feira (24) que o bombardeio russo de postos de controle na cidade vizinha de Slavutych, onde vivem muitos funcionários da usina nuclear de Chernobyl, “impediu que eles viajassem de e para a usina”, dizia o comunicado.

    A equipe atual que chegou à fábrica de 20 a 21 de março substituiu o pessoal que estava lá desde que as forças russas assumiram o controle do local em 24 de fevereiro, disse a AIEA.

    Na sexta-feira, a Agência Estatal da Ucrânia para a Gestão da Zona de Exclusão “forneceu informações técnicas detalhadas adicionais sobre o Laboratório Analítico Central na cidade de Chernobyl, que no início desta semana disse ter sido ‘”invadido por saqueadores”, disse a AIEA.

    O diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, disse que “nas últimas semanas expressou profunda preocupação com a difícil situação enfrentada pela equipe que opera as instalações nucleares ucranianas onde os militares russos estão presentes. Ele enfatizou que sua capacidade de realizar suas importantes tarefas sem pressão indevida” é fundamental para manter a segurança nuclear.

    Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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