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    Netanyahu diz que libertação de reféns é uma missão “sagrada e suprema”

    Cerca de 240 pessoas são mantidas reféns pelo Hamas, em Gaza

    Netanyahu anunciou a manutenção do ministro da Defesa em coletiva nesta segunda-feira
    Netanyahu anunciou a manutenção do ministro da Defesa em coletiva nesta segunda-feira Reuters

    Tamar Michaelisda CNN

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, classificou a libertação dos reféns do Hamas como uma “missão sagrada e suprema”. A declaração foi feita em um comunicado divulgado na terça-feira (21), após a manifestação de familiares na porta do gabinete do governo, em Jerusalém, que cobram por mais ações das autoridades.

    “Recuperar os nossos reféns é uma missão sagrada e suprema – a qual estou comprometido. Não vamos abandonar a missão de devolvê-los, e é minha responsabilidade, bem como do gabinete de guerra”, disse Netanyahu.

    O premiê israelense divulgou o comunicado depois que o gabinete de guerra se reuniu com as famílias dos reféns na segunda-feira (20). Netanyahu disse ainda que os familiares “estão sempre em meu coração e guiam minhas ações”.

    O primeiro-ministro prometeu que não iria parar de lutar até que o governo israelense trouxesse as vítimas para casa e destruísse o Hamas.

    Mas, recentemente, as tensões aumentaram à medida que a frustração entre as famílias aumenta. O grupo exige respostas do governo sobre o destino de seus parentes e um acordo para a libertação.

    Até agora, apenas algumas famílias se encontraram com Netanyahu – gerando revolta entre os demais integrantes do grupo, que afirmam que o governo não está fazendo o suficiente para libertar os reféns.

    Familiares disseram à CNN que a reunião apenas aprofundou o sentimento de frustração.

    Udi Goren, que é primo de um dos reféns, participou do encontro e disse aos jornalistas que o gabinete não forneceu nenhuma informação nova.

    Apenas quatro reféns foram libertados até agora. Em 20 de Outubro, duas americanas – Judith Tai Raanan e a sua filha de 17 anos, Natalie Raanan – foram libertadas por razões humanitárias, após negociações entre o Catar e o Hamas.

    Dias depois, duas mulheres israelenses, Nurit Cooper e Yocheved Lifshitz, também conseguiram sair de Gaza.

    Este conteúdo foi criado originalmente em Internacional.

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