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    Netanyahu nega influência dos EUA e diz que Israel é responsável por suas decisões na guerra em Gaza

    Primeiro-ministro de Israel ainda disse que ações "não são ditadas por pressões externas"

    Benjamin Netanyahu durante reunião com Joe Biden
    Benjamin Netanyahu durante reunião com Joe Biden 18/10/2023 REUTERS/Evelyn Hockstein

    Emily Roseda Reuters

    O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, rejeitou relatos de que os Estados Unidos convenceram Israel a não expandir suas atividades militares durante uma reunião semanal do gabinete neste domingo (24).

    “Vi publicações falsas afirmando que os EUA nos impediram e estão nos impedindo de realizar operações na região”, disse Netanyahu, sem dar detalhes sobre os relatos.

    “Isso não é verdade. Israel é um estado soberano. Nossas decisões na guerra são baseadas em nossas considerações operacionais, e não vou me aprofundar nisso”, completou.

    O jornal norte-americano The Wall Street Journal informou no último sábado (23) que Netanyahu foi persuadido pelo presidente dos EUA, Joe Biden, a não atacar o grupo Hezbollah no Líbano com receio de que lançasse um ataque contra Israel, semelhante ao ataque de 7 de outubro pelo grupo radical islâmico Hamas na região da Faixa de Gaza nas comunidades do sul de Israel. Netanyahu insistiu no domingo que as ações de Israel “não são ditadas por pressões externas”.

    “A decisão sobre como usar nossas forças é uma decisão independente das Forças de Defesa de Israel e de mais ninguém”, disse o premiê.

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