Nova Zelândia atrasa reabertura de fronteira por preocupações com a Ômicron

Nesta terça-feira (21), a Nova Zelândia relatou 28 novos casos transmitidos localmente e cinco casos importados de Covid-19

Bandeira da Nova Zelândia; país vem sendo considerado um exemplo de controle da pandemia da Covid-19
Bandeira da Nova Zelândia; país vem sendo considerado um exemplo de controle da pandemia da Covid-19 Foto: Divulgação / Pexels

Sophie Jeongda CNN

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A Nova Zelândia afirmou, nesta terça-feira (21), que está adiando em cerca de um mês a reabertura gradual da fronteira devido às preocupações com a variante Ômicron.

“Esperar até o final de fevereiro aumentará a proteção geral da Nova Zelândia e desacelerará a eventual disseminação da Omicron”, disse o ministro da Resposta da Covid-19, Chris Hipkins, em um comunicado.

“Não há dúvida de que isso é decepcionante e afetará muitos planos de férias, mas é importante definir essas mudanças, claramente, hoje para eles terem tempo para considerar esses planos.”

Hipkins disse que o gabinete da Nova Zelândia concordou com um conjunto de outras medidas de precaução para manter a Ômicron fora da região. Eles incluem a redução do intervalo entre a segunda dose da vacina e uma dose de reforço de seis meses para quatro meses, e o aumento do tempo de quarentena para viajantes que retornam de viagem passa de sete para 10 dias em isolamento controlado.

“Atualmente, os repatriados cumprem os últimos três dias de isolamento em casa. Trazer esses últimos três dias de volta ao isolamento controlado reduz o risco de o vírus entrar na comunidade”, disse Hipkins.

As proteções adicionais incluem a redução de 72 horas para 48 horas para realização e apresentação do teste contra a Covid-19 para viajantes.

Nesta terça-feira (21), a Nova Zelândia relatou 28 novos casos transmitidos localmente e cinco casos importados de Covid-19, de acordo com seu Ministério da Saúde.

Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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