ONU: Crise alimentar global pode piorar se porto ucraniano de Odessa não for aberto

Há 49 milhões de pessoas em 43 países que estão "batendo na porta da fome", disse David Beasley, chefe do Programa Mundial de Alimentos da ONU

Vista de instalações portuárias em Odessa, na Ucrânia.
Vista de instalações portuárias em Odessa, na Ucrânia. Reuters

Rob Northda CNN

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O mundo enfrenta “uma tempestade perfeita dentro de uma tempestade perfeita” quando se trata da crise de alimentos, de acordo com o chefe do Programa Mundial de Alimentos da Organização das Nações Unidas (ONU), David Beasley.

Beasley explicou que, atualmente, o mundo está enfrentando um problema de precificação da comida, mas com dificuldades na produção de alimentos e fertilizantes, nós poderíamos “muito bem ter um problema de disponibilidade de comida”. Ele acrescentou que se o porto de Odessa não for aberto, isso somará ao problema.

Há 49 milhões de pessoas em 43 países que estão “batendo na porta da fome” e o mundo pode encarar desestabilização, migração em massa e fome se não nos adiantarmos em relação ao problema, disse durante fala em painel no Fórum Econômico de Davos, na Suíça.

Beasley destacou que “há líderes o suficiente em Davos nesta semana para acabar com a fome no mundo”.

Este conteúdo foi criado originalmente em inglês.

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