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    Paraquedista americana de 104 anos morre dias depois de bater recorde

    Uma semana após se tornar pessoa mais velha a saltar de paraquedas, a americana Dorothy Hoffner faleceu enquanto dormia

    Dorothy conquistou o Guinness World Records como a pessoa mais velha do mundo a pular de paraquedas, com um salto que foi registrado pela Skydive Chicago no dia 1/10
    Dorothy conquistou o Guinness World Records como a pessoa mais velha do mundo a pular de paraquedas, com um salto que foi registrado pela Skydive Chicago no dia 1/10 Reprodução

    Rafael Farias Teixeiracolaboração para a CNN

    São Paulo

    Dorothy Hoffner, que conquistou o mundo — e um recorde global — ao pular de paraquedas aos 104 anos, morreu.

    Segundo o site do “The New York Times”, Dorothy morreu entre domingo e segunda-feira (8 e 9 de outubro), durante o sono, em sua casa em Chicago.

    Joe Conant, enfermeiro que conhecia Hoffner há cerca de cinco anos e a quem ela se referia como neto, afirmou na terça-feira que a causa ainda não havia sido determinada.

    Dorothy conquistou o Guinness World Records como a pessoa mais velha do mundo a pular de paraquedas, com um salto que foi registrado pela Skydive Chicago no dia 1º de outubro.

    “Foi incrível ajudar nossa amiga de 104 anos na tentativa de se tornar a pessoa mais velha do mundo a fazer um salto de paraquedas”, a empresa publicou em suas redes sociais. “Ela nos lembrou no último domingo que a idade é apenas um número e a beleza da vida está a apenas um salto de distância”, elogiou o perfil.

    Conant disse ao “The New York Times” que Dorothy “não ficou entusiasmada” com toda a atenção que recebeu da mídia na semana passada por conta do seu salto. Mas que, no fim de semana, “ela viu isso como uma oportunidade de conhecer novas pessoas”.

    Segundo o perfil, a primeira vez que Dorothy praticou paraquedismo foi aos 100 anos, e a experiência foi divertida, mas apenas aos 104 ela conquistou o recorde que chamou a atenção dos veículos de comunicação.

    ​​Conant contou para o site que sempre ficou impressionado com a gentileza e a inteligência de Dorothy, e que passava jantares, brunches e a noite, após o trabalho, conversando com ela.

    Ela confidenciou que estava com vontade de voltar a praticar paraquedismo, que gostava da sensação lá em cima, de cair, mas permanecer flutuando momentaneamente.

    Antes de se despedirem no domingo, eles se abraçaram. “Eu te amo, meu neto”, disse Dorothy, prometendo vê-lo novamente no próximo jantar.